Netflix aposta no Brasil com um western realizado por Marcelo Galvão e Diogo Morgado a disparar que nem um Matador


As voltas que o mundo (cinéfilo) dá: se Diogo Morgado foi …mhhh… adorado como um Jesus todo jeitoso (daí o “hot”) e depois de ter perdido tempo útil em produções telenovelescas nacionais, é agora tempo para disparar sobre tudo e todos e fazer a vida à lei da bala.

Para isso protagoniza um vilão no filme “o Matador” que decorre entre as décadas de 1910 e 1940 e relata a história de Cabeleira, um temido matador do estado de Pernambuco, criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro).

Diogo, desculpem, o Cabeleira cresce no sertão completamente isolado da civilização. Agora um adulto, ele finalmente vai à cidade para procurar o desaparecido Sete Orelhas. O Matador encontra uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Etienne Chicot), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador.

Além de Diogo Morgado, o elenco principal inclui ainda Maria de Medeiros (Pulp Fiction, Henry & June), Marat Descartes (2 Coelhos, Trabalhar Cansa), Nill Marcondes (A Frente Fria que a Chuva Traz; O Homem do Ano), Deto Montenegro (Colegas, A Despedida) e Etienne Chicot (O Código Da Vinci). No elenco estão também Mel Lisboa, Daniela Galli, Thogun, Igor Cotrim, Thaís Cabral e o norte-americano Will Roberts.

Original da Netflix, integra a selecção oficial do Festival de Gramado e concorre como melhor filme brasileiro.

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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