As minhas profissões obrigam-me a estar sempre a actualizar o parque informático (houve uma altura que até fiz uma marca, construí e vendi PCs para consegui-los mais baratos para a agência de publicidade de que era sócio) e podem imaginar quantas horas gastei a gravar CDs e depois DVDs com toda a informação que entretanto se ia acumulando nos discos rígidos dos vários computadores. Lá nos 90, ter uma rede interna era coisa cara e só para empresas que se permitiam a esse tipo de luxos, portanto, cada vez que se trocava de computadores era uma lufa lufa.

Hoje é tudo mais fácil, com discos rígidos de grande capacidade que estão ligados a tudo e todos por wifi e lan. Uma maravilha, nestes tempos em de megas se passou a gigas de informação e dados. Mas também sei que, para a maior parte das pessoas, este tipo de soluções ainda parecem complicadas e onerosas. Não são nem uma coisa nem outra e para evitar aquele susto em que se perdeu as fotografias das férias ou o último trabalho ou qualquer outra coisa mesmo importante, mais vale prevenir que remediar. A WD é uma das marcas que tem um vasto leque de equipamentos do mais acessivel ao mais sofisticado. Vale a pena ler.

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comunicado de imprensa:

 

Lisboa, 9 de abril de 2013 – A propósito da sua iniciativa de decretar Abril como “mês do backup”, a Western Digital divulgou os resultados de um estudo que realizou no final de 2012 para averiguar as percepções do público em geral face aos conteúdos digitais e às formas usadas para os preservar.

Os resultados, não sendo totalmente surpreendentes, revelam uma clara dicotomia entre a importância que os conteúdos digitais têm e a forma como são – ou não – preservados.

Um dos dados interessantes do estudo é a constatação de que existe uma diferença entre o método escolhido pelos consumidores para realizar cópias de segurança dos seus dados e a sua própria percepção sobre qual o melhor método. Por exemplo, enquanto 59% dos inquiridos no estudo indicam que o disco rígido externo é o método mais fiável para preservação digital, só 52% usam esse mesmo método. Pelo contrário, enquanto 49% reconheceram usar dispositivos USB de memória flash (vulgo “pens”) para realizar backups, só 41% consideram ser esse o método mais indicado para realizar cópias de segurança.

Outros dados revelados no estudo da Western Digital:

• Cerca de 30% dos inquiridos (mais as mulheres do que os homens) dizem que os dados no seu disco rígido têm um valor “inestimável”;

• O disco rígido e tudo o que lá está dentro é considerado como o segundo “bem material mais precioso” no lar do inquirido, logo atrás dos álbuns de fotos;

• Quase metade (49%) das mulheres e 31% dos homens inquiridos dizem não estar certos de como devem proceder para realizar um backup.

A WD possui uma gama extensa de produtos de armazenamento com especial ênfase na facilidade de utilização e criação simples a automatizada de backups.

Software de backup para criação automática de cópias dos documentos e ficheiros mais importantes é incluído gratuitamente nas unidades de armazenamento externo WD MyBook e MyPassport, permitindo aos consumidores protegerem facilmente os seus bens digitais mais preciosos.

Mais informações sobre os produtos WD em www.wdc.com/pt.

Mais informações sobre o software de backup WD SmartWare em http://www.wdc.com/pt/products/products.aspx?id=640#tab8 e em http://www.wdc.com/pt/products/products.aspx?id=870#tab8

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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